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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Que rumo tomar?

O Pergaminhos anda de ressaca, meio parado, pensando em que rumo tomar. O maior motivo desse marasmo é que eu estou enjoando de WoW. É isso ai, o que eu acreditava durar um pouco mais, talvez até o final do ano, já começou.


Loguei poucas vezes nos últimos dez dias e quando fiz, fiquei meio que sem rumo ou com preguiça de realizar qualquer atividade que durasse mais de 10 minutos. Começo a sentir falta de um jogo mais linear, com um objetivo bem definido. É bem provável que, com o lançamento do Diablo 3, eu pare de vez e deixe minha conta congelar.
Consequentemente,a falte de jogo também causa a falta assunto para por no blog. Também falta tempo e vontade para escrever.


Não parei com WoW, pelo menos por enquanto, mas vou avaliar a situação nos próximos dias e ver o que acontece. No momento, voltei a jogar Starcraft II. É incrível como faltam sites especializados. É difícil conseguir informações úteis em blogs nacionais. Também fiquei com vontade de conhecer outros MMOs como D&D e o Conan. Outro jogo que tem me despertado o interesse é o Dungeon Siege 3, da Square Enix. Joguei os dois primeiros e curti. Outro dia, senti saudades de jogar Doom ou um de seus irmãos e estou pensando em Call of Duty. Quem sabe até mesmo um Diablo 2 para um momento retrô.

Pensando em tudo isso, se eu vier a jogar mais de um jogo, como sempre fiz, eu reativo meu blog de jogos que ficou só no rascunho e encerro as atividades do Pergaminhos.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Kickado pelo server

bye_equinox Ontem aconteceu algo comigo que eu nunca tinha visto ocorrer. Peguei um pug em Zul'Aman excelente. Ninguém escreveu uma linha no party channel e mesmo assim fizemos os 4 primeiros boss sem um wipe sequer, parecia que todos já jogavam juntos a um bom tempo. Pra não dizer que não houve wipe, foram duas escorregadas em trash mob. Quando estávamos na frente do quinto boss, o wow travou e eu voltei para a tela de seleção de personagem, ou seja, deu logoff. Quando voltei, estávamos todos no inicio da dungeon e eu tinha sido kickado pelo server. Eu conversava com eles e note que eram players de outro realm mas não estava em party. Tentaram me dar invite mas por eu não ser do mesmo realm aparecia como “jogador inexistente”. O jeito foi abandonar a dungeon.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Comparação curiosa

Eu estava lendo a PC wolrd Digital e tinha essa matéria “Tecnologia que veio da ficção científica” mostrando a invenções que primeiro apareceram no cinema e depois na vida real, como o Ipad e PADD da série  Jornada nas Estrelas”.

Entre as comparações, essa que vem a seguir, no mínimo curiosa apesar de absurda.

 

World of Warcraft (The Matrix)

Em “The Matrix” a humanidade é escravizada por máquinas e suas consciências são mantidas em um mundo virtual que só existe para manter as pessoas ocupadas demais para se rebelar. A Blizzard foi além e conseguiu fazer com que as pessoas paguem US$ 15 dólares por mês pelo privilégio. É por isso que o Keanu está triste.

 

Agora, se um dia a Blizz permitir que você se sente em uma poltrona, coloque eletrodos na cabeça e mergulhe no mundo virtual de World of Warcraft eu pago até U$ 150 doletas por mê para jogar!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Dungeon Finder: Call to Arms

wowdraenei9dp3 A Blizz divulgou mais uma novidade do Patch 4.1, o Dungeon Finder: Call to Arms. Resumindo, ele detecta qual o “papel” em falta para se formar um grupo de cinco para as Dungeons e cria uma chamada especial, com um prêmio especial, para a classe em questão quando o tempo de espera estiver demasiadamente longo. Ou seja, se você está a 10 minutos esperando porque não tem tank disponível na fila, um Dungeon Finder: Call to Arms: Tank é disparado.
Os tanks que entrarem na fila e forem chamados devem ir até o final da dungeon, ou seja, completa-la, para receber uma bag com gold e os possíveis itens:

A idéia é dar um incentivo para healers e tanks entrarem na fila das Dungeons mesmo que não precisem de equipamentos e Valors Points. Daí eu pergunto:

“E nós, os DPSs? Não teremos chance de concorrer a essas mounts ou ter nossa bag? ”

Porque a chance de DPS ser o “papel” em falta é muiiito pequena e eu gostaria de tentar minha sorte com o Raven Lord. Já estou começando a enjoar de farmar Sethekk Halls atrás dele.

fonte

segunda-feira, 21 de março de 2011

Duas facções, dois sentimentos

Lendo o comentário do Marcelo Almeida eu tive que concordar. Os sentimentos que envolvem o jogo em cada um dos lados são diferentes. Como eu joguei dos dois lados na íntegra, ou seja, sem repartir meu tempo com cada lado, posso dizer que é um pouco sobre esses sentimentos. Com raízes no RPG de mesa, tenho um vínculo emocional com meus personagens e com a história. Talvez por conta disso eu ainda não tenha enjoado do WoW. Sugestão do Marcelo, foi falar um pouco de minha experiência em cada um dos lados.

Eu sou Aliança!

alliance_white Comecei jogando pela Aliança porque era o certo, era a justiça e era o lado dos elfos. Não existe conto popular que não retrate os elfos como seres puros de coração e ideais. O que eu conhecia do lore eram as histórias do Warcraft 2 e 3. Muito pouco se persarmos na enormidade que é todo o seu conteúdo. Porém, era assim que eu via o jogo. Para mim, a horda era a escória que tinha que ser destruída. O inimigo.

Conforme o jogo avança, suas lutas contra a Horda se intensificam e seu ódio pelo inimigo vai aumentando, você começa a perceber que é quase uma luta solitária. Não é comum outro ally vir ao seu socorro. Não me leve a mal, isso ocorre bastante, mas de uma maneira diferente, quase como uma obrigação. Você ataca o horda porque é sua chance de matar um deles e não porque ele vai matar um ally.

O lore do lado da Aliança é cheio de traição, personagens orgulhosos e conflitos internos que ajudam a aumentar a sensação de isolamento. Aquela pergunta simples, “estou fazendo o certo?”.

O tempo vai passando e seu conhecimento da história aumentando. Nesse período passei a respeitar algumas raças inimigas como os Orcs, os Taurens e os Undead pela sua história. O período que eu joguei na Horda antes de ser ally na Blizz foi em private e nesses servers nada pode ser considerado. Então, ver o que ocorria no lore foi uma descoberta.

Jogar na aliança é mais desafiador.

Pela Horda!

horde_white Comecei a jogar junto com um amigo e ele sempre gostou da Horda, mas acabei convencendo a criar um char na Aliança. No ano passado, ele resolveu ir para a Horda e acabei acompanhando. Nem foi para jogar junto, apesar de estarmos na mesma guilda, temos ritmos bem diferentes. Fui pela história da Horda. Eu já via a Horda como os heróis injustiçados, vistos pelo mundo como inimigos sem que sua nobreza apareça.

Quando jogava pela aliança, o pessoal dizia que a horda tinha um trinket (ou anel, não lembro) exclusivo que podia invocar 10 outras players da horda instantaneamente quando eram atacados. E era verdade! Um horda que vê um companheiro sendo atacado não pensa duas vezes em ajudar. Os grupos de heróicas são mais tolerantes com players mais fracos e você lê muito menos inutilidades nos channels das cidades. A horda parece um pouco mais organizada em BG mas nada que desbalanceie.

Jogar na horda conhecendo o seu lore passa uma sensação de “eu sou nobre e ninguém vê isso, então eu preciso provar”.

Quando narro a história do Argalad e sua passagem de night elf para undead, eu reforça esse sentimento. Do abandono ao acolhimento em seu novo mundo.

Jogar na horda é mais amigável.

Conclusão

Existem coisas boas e ruins dos dois lados mas a forma de lidar com elas é um pouco diferente. Talvez os dois lados reflitam o próprio lore criado para eles.

Em uma história recém publicada no Brasil, um grupo de humanos mata um casal de jovens undead simplesmente por serem “corrompidos”. Um poderoso guerreiro, parente de um deles vai em busca de vingança e acaba com a pequena milícia que cometeu o crime mas deixa a melhor punição para o jovem líder responsável pelo ato. No final, vemos esse jovem transformado em undead contando sua história para dois soldados humanos capturados, na esperança que o ódio cego pela horda desapareça.

Esse pequeno conto reflete mais ou menos como os dois lados incorporam seus personagens. Não sei por quanto tempo vou permanecer na horda, até porque tenho vontade de fazer um Worgen, mas cada vez mais fico preso no lore da horda e seus personagens.

Enfim, escolha o lado que mais te agrada e divirtasse. No final, os dois lados tem seus defeitos e suas virtudes.

Rapidinha...

Se você pudesse sugerir uma pequena mudança no jogo que não afetasse o equilíbrio, o que você sugeriria? Eu pediria para que fosse possível entrar em raid sozinho para instancias antigas. Como eu odeio depender de alguém para entrar nelas.

terça-feira, 15 de março de 2011

Sobre escrever em um blog

escrevendo01 Todo mundo sonha em ter seu blog no topo dos mais populares, não é verdade? Quando você começa a escrever, você deseja que todos leiam, elogiem e façam comentários. Em seguida, vem a questão financeira. “Podemos ganhar dinheiro com isso? Legal!!!”.
A verdade é que as coisas não são tão simples assim. Não basta escrever bem, ter boas notícias, bons posts e um site bem diagramado. É preciso carisma, dedicação e paciência. Coisas que a Lorie tem de sobra, assim como o Nivaldo que eu espero que chegue ao topo também com sua nova empreitada. Sites como WoW Brasil, Wow Girl e o Portal WoW  são modelos de sucesso. Esse último, é disparado o que conseguiu conciliar qualidade com profissionalismo, com guias e post de ótima qualidade e pouquíssimas mensagens banais. Além de possuírem um acordo de tradução com a Dark Legacy Comics que eu gosto muito.

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Eu uso muito a qualificação “site comercial” de uma forma perjorativa. Faço isso porque, infelizmente, a grande maioria dos blogs que atingem essa qualificação, perdem muito em qualidade ou passam a ter um estilo “twitter/orkut/caras” de escrever que não me agrada. Mas como a realidade demonstra, agrada a grande maioria do público. É mais ou menos como funciona a TV aberta. Os programas caem de qualidade a cada dia para atingir a massa, deixando a programação de melhor qualidade para a TV paga. O que eu digo não é regra, apenas um fenomeno comum e não se aplica a todos os sites e blogs.
Se eu tivesse que escrever todos os dias para manter um fluxo constante de postagens, com certeza, eu também escreveria um monte de bobagens. É normal! Dá muito trabalho escrever bons posts o tempo todo. Principalmente se bobagens e utilidades dessem na mesma.

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Por isso eu chamo esse blog de “diário de minhas aventuras”. Os guias que eu faço são, em sua grande maioria, fruto de pesquisa para meus chars que por consequencia, ajuda a outros interessados. Torno-se um diário primeiro porque o número de visitantes é muito restrito, segundo porque eu tenho um bom emprego que me ocupa o dia todo, um filho pequeno e esposa que geram um aggro razoável. O tempo de laser eu divido com eles e com diversão que inclui também filmes, série, HQs entre outras coisas. Inviável gastar muito tempo escrevendo aqui. Em casa, nem pensar.
Para quem se interessa em saber meu método, eu mantenho todos os meus rascunhos no Google Docs, assim vou escrevendo conforme a oportunidade aparece e em qualquer lugar. Quando surge uma idéia, um tema ou preciso pesquisar sobre algo, eu começo a escrever nesse documento e quando está conclído, é hora escrevendo04de postar. Em apenas um PC eu tenho o Windows Live Writer que eu uso para postar e onde se encontra meu banco de imagens. 
Quando eu parar de jogar WoW, que eu acredito não estar muito longe, eu vou imprimir, encardenar e deixar na estante de recordação. Quem sabe, até lá, eu tente colocar o adsense novamente (ele enfeia demais o blog).

Qual o seu gold cap?

ouro De vez em quando é bom escrever esses posts inúteis, a lá “sites comerciais” (eu sei, sou chato com isso), mas andei me perguntando qual seria o meu gold cap. Nos primórdios dos meus chars, eu considerava 20k gold um bom valor para um cap mínimo e gostaria de atingir 50k gold. Veio o Cata e em menos de um mês bati 40k, gastei outro tanto e hoje considero meu cap minimo 50k. Por não raidar, comprei muita coisa cara e ainda existem itens desejáveis que custam cerca de 15k cada.
Só estou me esforçando em arqueologia para conseguir a mount dos alquimistas, então preciso reservar 30k. Quanto dinheiro! Sei que, quanto mais próximo eu chego do 100k, mais ele se torna meu desejo de cap mínimo e esse ciclo não parece ter fim.
Hoje, o cap de gold está em 999k, bem acima dos 214k pré Cataclysm. Lógico, nem sonho juntar toda essa quantia, mas o antigo cap é bem razoável. Porém, o mercado começa a esfriar. Ervas que eram vendidas a 8k agora não chegam a 5k. O mesmo ocorre com os minérios e os volatiles que baixam seus preços. Isso se reflete em mais tempo farmando e menos dinheiro entrando que começa a não valer a pena.
Infelizmente, as profissões não são rentáveis. Quero dizer, as profissões de crafting. Meu enchanter apenas desencanta e vende os materiais enquanto o alch é para uso pessoal pois nenhum dos flasks, elixirs e potions são vendidos na AH por um preço razoável. Pior, muito abaixo do seu custo de produção. Não deixo de pensar quão estúpido é quem gasta material para fazer um flask e coloca para vender por menos que ele ganharia simplesmente vendendo os materiais. Meus scrolls que fiz para evoluir a profissão, ou foram doados ou jogados fora.

A verdade é que é de nossa natureza querer cada vez mais, mas qual a sua real necessidade?

A minha, colocando na ponta do lápis, é bem cara. São várias mounts e itens de uma lista que, a cada patch ou expansão, cresce um pouco. Resumindo, se hoje eu fosse as compras para suprir meu main char de todas as quinquilharias a venda, eu provavelmente gastaria uns 100k golds pelo menos. Então, lá vou eu rumo aos 200k.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Bad Day...Arfff

huntard  Ontem eu tive um dia daqueles! Ou melhor, uma noite de heróicas catastróficas. Minha primeira heróica foi Blackrock e tudo ia bem até o segundo boss (rápido, né).
Primeiro foi um click acidental no Disengage durante um mob, nos arredores do boss, que me mandou direto para o colo da Corla. Wipe! Na segunda tentativa, eu sei lá porque, não achava o contador de stacks dos Evolution e lá vou eu novamente mandando todos para a morte. Wipe! Antes que me kickassem, pedi desculpas a todos, peguei meu banquinho e sai de mansinho.
Limpei a poeira da armadura, escovei o pet e fui para a segunda heróica da noite, dessa vez foi Stonecore. Não fiz besteira, mas antes de chegar ao segundo boss eu já havia morrido 5 vezes. Um player me pergunto se estava tudo bem e eu só pude responser, “Bad day...sorry.... I will leave the group for not disrupt”, e fui dormir.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Como eu odeio Arqueologia!

Definitivamente, eu odeio essa profissão. O que mais me chateia é que ela poderia ser repleta de itens simples, legais e úteis. Não esse quantidade enorme de porcarias. Você perde um tempo enorme para atingir 525 e para que? Para farmar dois ou três itens, no máximo.

Aliás, o maior problema do WoW é a perda rápida de interesse pelo conteúdo inicial. Toda facção, mesmo as do Clássico, deveriam possuir itens para level 85. O mesmo eu digo das ervas, minérios e peles, os itens novos deveriam conter ingredientes de níveis mais baixos. Dessa forma, o conteúdo e as áreas antigas permaneceriam vivas.


Quem não gosta de solo ou do lore, muitas vezes nem chega a conhecer metade de Azeroth.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Pequenas Considerações do 4.0.6

200905161226297716 Com a chegada do patch 4.0.6, eu aproveitei a deixa para voltar para o spec de BM na esperança de conseguir bom desempenho. Meu comportamento solo sempre me fez priorizar essa spec em detrimento dos demais. Antes de trocar, logicamente, fiz algumas heróicas de SV para ver como ficou o dps e ver seu desempenho. Realmente houve uma pequena queda, mas nada que tirasse o posto de top dps (exceto uma vez para um mago) em heróicas. No entanto, ficar top dps com BM já era mais difícil. Resumindo, eu consegui desempenho aproximado com os dois specs.
Tenho que confessar, jogar de SV é mais gostoso mas você sente uma saudade lascada dos seus pets de BM, dos spirits. Ainda não estou confortável com a rotação do Beast Mastery, faltam alguns ajustes.


Não preciso reforçar minha queda para o comportamento solo. Não que eu não goste de raidar, ou jogar em grupo, mas é complicado para mim. Família, trabalho, etc. Eu gostaria muito que permitissem entrar em raids sozinho e se você não agüentar, problema seu. Se eu balancei algumas vezes em trocar Alchemy, agora com esse novo trinket não troco mais. Quicksilver Alchemist Stone cura muito bem e já me salvou a pele. Em várias listas, ele está entre os cinco melhores trinkets para Hunters, mas muitos discordam. Eu concordo.


No geral, o patch me passou uma sensação de ajuste. Fiquei mais satisfeito com o Cata.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Os diversos caminhos ao 85

Eu me lembro que antes do Cataclysm ser lançado muito se falava sobre a dificuldade de “leveling” da nova expansão. O que se lia é que, apesar de serem apenas cinco níveis, seria mais difícil do que os dez do Lich King. Eu sempre achei o leveling do 70 ao 80 mais fácil do que o do 60 ao 70.
profession - miningp O que constatamos, na prática, é que evoluir do 80 ao 85 é fácil. Muito mais que nas expansões anteriores. Em parte, pelas inúmeras formas de se fazê-lo que não existiam anteriormente. Vejo pelo meu alt, um pally farmer, que evolui do 82 para o 83 só coletando ervas e minérios e provavelmente chegara ao 85 da mesma forma. No lugar certo, é muito mais rápido doque fazer quest. O mesmo eu posso dizer de Archeology, pois um sítio, quando descansado, rende cerca de 90K a 120K de XP. Se levarmos em conta que leva dois ou três minutos, o ganho é bem razoável.
Evoluir profissões não muda muito, algumas continuam um porre, como é o caso de Fishing.
Archeology também parece bem chato. Aliás, eu espero que a Blizz reveja os itens que você descobre pois é muito trabalho só para pegar um ou dois loots raros. Infelizmente, eu preciso do recipe da mount de alchemy.

Como isso é ilógico!

Ontem eu parei uns instantes para evoluir minhas duas profissões, enchanting e alchemy. Como eu não tinha muito material para evoluir enchanting, resolvi comprar na AH o que faltava.
Eu precisava fazer 5 Enchant Boots - Major Agility, então fui as compras de Hypnotic Dust (4), Greater Celestial Essence (2) para cada um deles. O Hypnotic Dust custa em média 15 golds cada e o Greater Celestial Essence cerca de 40 golds, ou seja, meu custo de produção gira em torno de 140 golds. Usei um em minha bota 333 e os demais mandei para o meu mercador. Mercadores da fé
Aí veio a surpresa. Cada scroll de Enchant Boots - Major Agility estava sendo vendido na AH por aproximadamente 3 golds!!!! Como alguém em sã consciência gasta 140 golds para fazê-lo e vende por 3 golds? Mesmo que tenha consigo todo o material farmando, em dungeons ou raids, etc, vale mais a pena vender o material ao invés do scroll.
Eu acredito que esse seja um reflexo da grande quantidade de alquimistas evoluindo. O fato é que esse comportamento por parte dessas pessoas é prejudicial a sua própria profissão e compromete sua renda no jogo, como a de muitos outros. As mesmas pessoas que depois reclamam que não conseguem fazer gold. Eu me recuso a vender qualquer scroll abaixo de seu preço de custo. Eu deleto mas não vendo.
Essa situação me criou um comportamento inusitado. Ao invés de eu fazer meu enchant de chest, eu vendi o material farmado na AH e comprei um scroll com o enchant pronto por um décimo do valor. Vou fazer o quê?

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

2011! Lá e de volta outra vez!

blizzardxmas

Depois de uma semana de festas e pouca jogatina, 2011 começa com um pouco de nostalgia.

Larguei meu man char no 83, quase 84, e na porta de Uldum. O pouco que joguei foi para colocar meu alt no 82 e poder farmar ervas e minérios para meu main evoluir alchemy e enchant. Evoluir no Cata é bem mais fácil do que foi nas expansões anteriores. Cheguei com meu pally com 187 de gear, quase todo verde, em Monte Hyjal e mesmo assim foi tranquilo. Por ser alt, ele está tão ruim que o dps não passa de 1500.

Não importa se seu comportamento é solo ou se vai raidar, ficar fora de uma guilda não possui vantagem alguma. O novo sistema é bem bacana, proporciona uma troca justa entre você e a guilda, mesmo que você não faça nada em grupo. A diferença é que você levará muito mais tempo para ser exalted. Dessa forma, me alistei na Desunion onde estão meus amigos, renegados da aliança e da antiga Union.

Iniciei meu caminho em todas as minhas profissões, rumo ao 525. Até fiz um pouco de Arqueologia. Depois de um tempo ficou chato e apelei para um addon, o Archy, mas ainda não testei. Tirando a montaria, é uma profissão sem muita utilidade.

Os velhos itens despencaram de preço mas os novos vendem bem, então vou vender mais do que usar. A febre para ser top 85 rápido é um grande aliado para quem quer fazer dinheiro. A melhor coisa que eu fiz foi trocar o Auctioneer pelo Auctionator. Bem mais leve.

É isso ai, um bom 2011 a todos e nos vemos por ai, pois ainda tem muito o que fazer!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Jantaria em um minuto?

200905161232086948 Você comeria em um minuto aquele tão aguardado prato feito no capricho para você? Sem sentir gosto ou apreciar o sabor? É assim que eu vejo esses players que antes mesmo da maioria completar a primeira quest do Cataclysm já são level 85.

Até pode ser que seja apenas pelo prazer de ser o primeiro e depois esses players joguem com mais calma. Mas a segunda vez já não é mais a mesma coisa. Também não entendo as pessoas que pagam para outros jogarem por ela.

Ontem eu fui conhecer Mount Hyjal. Era impossível não atirar em alguém ao tentar pegar ou entregar uma quest. Apesar de tudo isso, de ter esperado 5 minutos para logar, não tinha lag e meu fps estava bom. Para mim, essa foi a grande surpresa do Cataclysm.

O número reduzido de quest por vez me agradou bastante. Ajuda a manter o foco. Essas novas quests estão mesmo divertidas. No meu ritmo, talvez eu feche 81 até sexta-feira. Ainda tenho muitos detalhes para acertar.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A beira da morte…

Ultimamente, a Guilda Union tem passado por reformulações. Um rachão fez com que alguns membros saíssem e outro entrassem. Não é a primeira vez e nem será a última que isso ocorrerá. O ponto é o seguinte: não se acha bons players com spirit healer disponibilidade para o nosso horário de raid com facilidade.

Essas dificuldades levaram alguns players a questionar se não vale a pena ir pra Horda, afinal é notoriamente mais populosa. Conseqüentemente mais fácil de se compor o CAP de uma guilda. Será?

Os dois principais sites de estatísticas dizem o contrário. Para o Warcraft Reals são 4174 (67%) na Aliança contra 2044 (33%) na Horda, mas esse site depende os players forneçam dados. No Wow Realm Status os dados não são muito diferentes sendo 37.96 % de Horda e 62.04 % de Aliança. Outros site, como o WoW Heroes, que monitoram guildas e chars apontam um equilibrio maior mas com mais guildas da horda. Em uma contagem das 50 maiores em 25 man, 30 são da Horda.

Então porque a maioria considera a Horda mais populosa? Seria por eles serem mais participativos? Melhor organizados? É fato que Wintergrasp tem maior domínio da horda mas nunca achei BG desbalanceado.

Apesar de eu ter alguns alts, meu “main char” é o Argalad, e ele é Night Elf, ele é da Aliança. Desde o dia que eu o criei, no máximo ele deixou a barba crescer. Não consigo vê-lo com outra roupagem. É  impossível!

A solução seria montar outro hunter na Horda para jogar com os amigos que mudarem de lado, mas o Cataclismo está quase ai e eu vou querer muito montar um Worgen, o que será feito depois do meu main char e do meu farm alncaçar o level 85. Quando vou achar tempo para isso?

Porém, muitos amigos já se foram e outros irão em breve!

ArgaladPensei em esperar o Cataclismo e transformar o Night Elf em Undead, assim não quebraria o lore do personagem. Traria um pouco de coerência em sua mudança, mas não gostaria de vê-lo nesse estado deplorável!

A solução é sua “morte”!

Até um pouco antes do Lich King, não sei se já comentei por aqui, eu jogava em outro servidor de Tauren Hunter, o Chumbinho. Pena que o nome já está em uso no Gurubashi, ele é um anão hunter level 10 e me parece um “char esquecido”.

Argalad sucumbirá com o Cataclisma e deixarei a Aliança para jogar novamente pela Horda. Não sei exatamente como farei mas já iniciei meu Tauren Druída farm, o Patapesada.

Não sou muito adepto a grandes mudanças e se eu for, será pelos amigos. Ainda preciso pensar!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Finalmente 80…

Atingir 80 com um char parece uma grande conquista, mas é apenas metade do caminho. E a metade mais fácil…

dwardcpuk1 Thoryn, meu farmer oficial, atingiu o level 80 e estou pouco propenso a equipá-lo. Olhando para ele, com sua gear azul de baixa qualidade, e lembro o trabalho árduo de fazer heróicas e raidar para deixá-lo com uma gear razoável.

Eu atingi 80 com o Argalad em 30 de Março de 2009, ou seja, quase um ano e meio se possou e eu não posso dizer que ele está completo, aguardando o Cataclisma, pois falta gear (PVE e PVP), falta achievement e lugares para conhecer. Em outras palavras, “alt raidável” é um luxo que eu não posso ter e se eu não vou raidar com ele, eu também não vou perder tempo equipando o anão com uma gear que ele não irá aproveitar. Alts consomem muito tempo de jogo.

No Cataclisma, Thoryn irá até 85 pelo simples fato de que terei de farmar novos materiais. Adiciono a tudo isso o fato de que eu não curti jogar com um paladino, então o anão para por aqui.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

A Economia do Gurubashi

 

A economia do Gurubashi tem mudado, o que é natural e isso ocorre o tempo todo. Tenho acompanhado a queda dos preços, no meu caso das gemas, pedras e scrolls diariamente e na grande maioria não vale o esforço de vendê-los pois os valores ficam próximos ou abaixo do custo de produção.

A saída é estocar e aguardar a “época das secas” quando a procura aumentar e a oferta diminuir.

Mas não é disso que eu quero falar exatamente. A Blizz lançou a Auction House no Armory. Por US$ 2.99 você pode utilizar a AH livremente ou caso não queira pagar, você ainda pode realizar pesquisas a vontade.

ahremota1Hoje é muito comum a prática de “dumping” que é empregada, na maioria das vezes, por vendedores  ocasionais que, quando somada a muita oferta e pouca procura, derruba os valores a patamares muito abaixo do mercado.

Esse cenário e a possibilidade de utilizar a AH a qualquer momento, no seu trabalho por exemplo, pode se tornar uma excelente forma de gerar golds e mais golds. Para isso, não é possível que se limite o número máximo de transações.

A técnica, que vou chamar de “anti-dumping” pois não sei se existe um nome técnico para isso, consiste em comprar todo o material com valor muito abaixo e revende-lo pelo menor valor possível. Existe um risco, mas com um pouco de pesquisa e acompanhamento você pode encontrar o negócio ideal para você. Exemplo:

Procure na AH por Flask of Pure Mojo. Seu preço médio é de 20 golds mas aparece vez ou outra a preços inferiores a 18 golds. Já vi até por 13 golds.

Você compra todos os que estão abaixo do valor e recoloca pelo valor de 20g.

Você terá uma pequena margem de lucro, mas em grandes quantidades pode se tornar dinheiro fácil. Para isso é necessário um acompanhamento constante que veio com a AH remota. Determinados itens podem render um bom lucro e essa é umas das técnicas utilizadas em guias de gold que é um pouco desprezada por consumir tempo e estudo de mercado.

Gostaria de saber qual o impacto que terá essa ferramenta na economia.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Over, over, over again

Joguei Ragnarok por um tempo e me lembro de ficar dias em uma dungeon matando centenas de monstrinhos para consegui uma “carta” que tinha drop de 0.01%. Era algo repetitivo e monótono mas não me incomodava tanto assim. Dai vieram outros jogos e acabei parando no WoW por volta de 2007.

Ontem fui solar Magister’s Terrace em busca do pet Phoenix Hatchling que o WoW Brasil listou como sendo o mais cobiçado no post “Os 10 pets de companhia mais cobiçados”. O drop não é ruim, cerca de 8%, mas não caiu então terei que voltar lá novamente.

O ponto é o seguinte: me deu uma preguiça danada de refazer a dungeon. O mesmo ocorreu outro dia que eu fui refazer as dungeons de Auchindoun para subir na reputação. Não são necessárias tantas corridas, acho que meia dúzia de vezes em cada uma delas eu já pego Revered.

Então de onde surgiu essa preguiça pela repetição no WoW que eu não tinha antes?

Eu acredito que seja pela diversidade e pela extenso conteúdo que World of Warcraft ofereça. Existe tanto por fazer que pensar em ficar repetindo algo sugere uma perda de tempo. Não gostaria, mas é quese certo que eu pare de jogar sem conhecer tudo que existe nesse universo. Quanto mais fundo você se enfia mais você acha e daqui a pouco chega o Cataclisma. Já viu…

terça-feira, 27 de abril de 2010

Nota especial – Garimpando World of Warcraft

Fico triste quando vejo bons blogs de WoW fechando suas portas. Agora é a vez do excelente “Garimpando World of Warcraft” que tinha uma premissa única, a de contar a disputa de dois chars de facções diferentes.

Mas entendo a dificuldade de se manter um blog. Por esse motivo, mantenho minha postura de um blog casual, quase um diário pessoal. Quero um dia reler tudo que escrevi com um ser tom de nostalgia.

Acredito que ler Garimpando World of Warcraft será igual, nostalgico e divertido.

Espero que seu próximo projeto seja grandioso como esse foi. Boa sorte!